O TELEFONE TOCA…

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Telefone Antigo

Quanto poder ele a tem sobre as nossas vidas, não é mesmo? Desde que o mundo, pelos idos de 1856, tomou conhecimento do invento criado pelo italiano Antonio Meucci [Em 11 de junho de 2002 o Congresso dos Estados Unidos reconheceu, por meio da resolução 269, as contribuições de Meucci para a invenção do telefone (teletrofrono – telégrafo sonoro, levando a voz por cabos em 1856)] Mas mesmo com a confirmação a favor de Meucci a patente do escocês Alexander Graham Bell, que durante décadas e mais décadas era reconhecido como o verdadeiro inventor, continuou ativa. Naquela época Graham Bell foi muito contestado. E se fosse hoje, no Brasil, ganharia o esculhambado apelido de 171.

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Antonio Meucci e Graham Bell

O telefone passou por várias modificações, novas criações de modelos e tecnologias até chegar ao telemóvel (ou celular) atual. Aí é o X da questão. Com a invenção do ´portátil`o apego se tornou até tema de defesa de tese, estudos sociais e até psicológicos e psiquiátricos. Esse negocinho para muitos é uma verdadeira loucura!

Tem gente que não vai ao banheiro sem o celular (Smartphone) até debaixo do chuveiro dá um jeitinho de navegar na Internet; funções como baixar vídeos e ouvir músicas, ler livro e notícias, comprar, vender, contas em bancos, pedir taxi, Uber, interagir com outras pessoas através dos chats (Messenger, WhatsApp ou de outras redes sociais); serve também para enviar fotos comportadas e até nudes, namorar e até avançar numa transadinha virtual, afinal o prazer esta no ar! Ops, na Rede.

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Smartphone

O móvel esta servindo para tudo, mas por incrível que pareça a principal função, conversação com áudio e mensagens pelo chips, muitas vezes são desprezadas já que vários aplicativos substituem essa função.

A coisa é tão abusada que virou um computador de bolso, jogando para escanteio o primo Tablet. Com  resoluções cada vez melhores e telas bem maiores o Smartphone virou o rei do pedaço e a cada lançamento causa histeria num exército de fãs.

Guará Matos.

FLAMENGO, A BROADWEY TUPINIQUIM

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Qualquer situação ou evento no Clube de Regatas do Flamengo, por menor que for, vira um grande espetáculo. As proporções criadas são do mesmo tamanho de sua grande torcida, que leva o justo título de Nação Rubro-Negra!

Desde o Fim do ano passado o Clube da sede que ocupa três bairros cariocas (Gávea, Leblon e Lagoa), vive intensas eleições. A primeira foi para o Conselho Diretor (administração do Clube), logo depois veio a do Conselho Deliberativo, Conselho de Administração e a próxima é do Conselho Fiscal (devendo ocorrer até final desse mês de março).

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Dois grupos disputam a liderança do Fiscal: De um lado o todo poderoso “SÓ FLA”, que tem no seu principal líder o Sr. Rafael Strauch; O FAT (Flamengo Acima de Tudo) tem como principal estrela o Vice-presidente geral Maurício Gomes de Mattos. Apesar de ambos se dizerem categoricamente oposição um do outro, já circula entre os muros que essa foi uma forma encontrada de não permitir à outras facções políticas um possível domínio de qualquer segmento no Mais Querido. E ainda tem os sido especulada a candidatura do vice-presidente geral às próximas eleições à Presidência do Mengão! “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”.

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Os candidatos pelo “FAT” e “SÓ FLA” (Sebastião Pedrazzi e Mário Esteves, respectivamente) correm o risco de se tornarem apenas coadjuvantes nesse cenário do Teatro Rubro-Negro. Os atores principais De Mattos e Strauch comandam o show com articulações, simpatia (até exagerada), juras, almoços, jantares e abraços de “amizades” eternamente voláteis.

Fico confabulando com os meus botões, se no resultado do pleito ouviremos do locutor: “Respeitável público, hoje tem goiabada? Hoje tem…?

Ah, se me esqueci dos vices? Não, cada chapa tem o seu, ora pois!

As apostas já estão sendo feitas. E como aposta-se por qualquer motivo, esse é mais um. Só que com uma importante particularidade: É Flamengo. Já pela sua imensa visibilidade, vira algo inimaginável!

Guará Matos (jornalista, radialista e com aspirações poéticas).

Nota do autor: “Existe outro grupo na disputa, sem ligações com os citados e que não foi inserido no texto pela particularidade da abordagem.”.

IMAGENS
Sedehttp://www.zonaesportiva.com.br
MGM – http://www.gomesdemattos.com.br 
Strauchhttp://www.twitter.com/rafastrauch

FOFOCAS SÃO SEMPRE FOFOCAS

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“Quando um (a) fofoqueiro fala mal de alguém para você, creia que o (a) tal inútil fala mal de você para aquela outra pessoa”

E acreditem, caríssimos, a maior parte do “nem te conto” é mentira. O (a) “leva e traz” constrói sua (baixa) reputação nas inverdades e invencionices. A criatividade do (a) venenoso (a) é tamanha que se fosse utilizada em favor da humanidade, decerto ele (a) seria laureado com um Nobel!

O problema da fofoca contada para um (a) cabeça fraca”, são as implicações futuras. Uma pessoa crente em tudo (ou ingênua, tola…) é fácil de ser engabelada, empacotada e usada para fins ou instintos desonestos e, também, perigosos. Em outras palavras, “é alguém para ser manipulado”.

Fofocas podem ser de pequenas ou de grandes proporções: a de “pé de orelha”, a fofoca em turma ou a que visa atender grupos econômicos, religiosos e políticos. De qualquer maneira as maiores ou menores causam danos, sejam mínimos ou máximos. E na maioria das vezes, irreparáveis.

Não vou dar uma de sabichão e danar a pulverizar sobre vocês um tanto de conselhos. Acredito que todos são bem experientes, todavia cabe um toque: “evitem o (a) linguarudo (a), pois esse tipo de gente não produz nada, não acrescenta coisa alguma ao mundo, é de frustração inimaginável, normalmente é invejoso (a) e esta louco (a) para tomar seu lugar, seja em qual circunstância for.”.

Guará Matos.

(Imagem: http://2.bp.blogspot.com/).

O GRAND FINALE DO CANALHA

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Francinaldo Junqueira era um desse sujeitos esquisitos que topamos por aí. Afeito a lugares estranhos, da capital pernambucana, onde era seu habitat, não conseguia mais distinguir a água da lama. Quando andava pelas áreas frequentadas pela “tradicional família recifense” confundia as moças e senhoras com as putas (a quem assediava, explorava e judiava). O “fi d’égua” não respeitava ninguém!

Tinha duas unhas longas nos dedos mindinhos e com elas fazia, “os maiores serviços”, mesmo em público: limpava o nariz, alisava o bigodinho puto e ralo, cutucava os dentes, tirava a cera as orelhas e, principalmente, coçava “o centro” da bunda; era constante essa mania (ou carência de algo). Comentava-se na surdina que o valentão, no fundo queria “tomar bem no fundo”. Ou já?

O cara era repulsivo, imundo: onde passava dava uma escarrada, que de tão sonora assustava quem estivesse perto e enojava a qualquer porco! E podia ser o calor mais sufocante lá estava Francinaldo sempre vestido com camisa de mangas longas e sebenta, gravata e paletó. Dizia que na função de “administrador” precisava manter a linha. E desse jeito levava sua vidinha sem decência., porém, de prepotência inabalável: Dizia ser o rei das vadias, o maior e único!

Numa certa noite, depois de ouvir na Rádio Clube de Recife uma reportagem que falava da trajetória da vida do presidente Lula, até ao tríplex e ao sítio, resolveu que também poderia ser poderoso daquele jeito. Dormiu com aquilo na caraminhola e acordou decidido a expandir “seus negócios”. Juntou meia-dúzia de trapos numa mochila de lona, foi à Rodoviária e comprou uma passagem para João Pessoa, na Paraíba. Como ambas as capitais (Recife e Natal) são bem próximas, separadas apenas por 121 km de estrada, ficou fácil.

Chegando na capital paraibana se alojou perto do “puteiro” e, imediatamente, começou a arregimentar funcionárias. Usava do mesmo argumento das grandes vantagens, bons lucros, plano de saúde… Depois que conquistava a confiança das garotas, transformava a vida delas no inferno! Estipulava cotas diárias, com depósitos bancários ao fim do dia. E se alguma não cumprisse seria punida e ficaria sem os proventos da semana. Para fazer a fiscalização, “seguranças” obtidos na delinquência faziam todo o trabalho sujo.

Com os lucros subindo trocou o “guarda-roupa”, passou a usar sapatos de duas cores, fumava maconha pura, bebia conhaque do bom, um luxo!

Então, de repente, num dia, reuniu seu “staff” comunicando que viajaria até Natal no Rio Grande do Norte. explicou era uma praça de bons lucros. E assim o fez a viagem..

Como já tinha um bom carro, chamou o motorista e seguiram pelos quase 290 km até a capital potiguar. Se hospedaram num bom hotel e descansaram até à noitinha. Desceram dos quartos e foram até o bar do local e beberam bebidas chiques para impressionar, depois foram ao restaurante e comeram até a barriga explodir. O “empresário” apesar de ter melhorado muito financeiramente continuava um bronco e seu empregado, para imitá-lo, fazia as mesmas coisas nojentas!

Depois de muitas sondagens na cidade chegou à conclusão (?) que Natal não era ambiente para “puta pobre” e precisava de bons serviços de “quengas bacanas”. E saiu à caça. Foi ao Shopping Center, nos bares granfinos, nas portas das faculdades, se matriculou numa academia de ginástica e foi, com sua lábia, montando seu exército de piranhas galegas de fino trato. Ficou nessa busca durante dias.

No sábado, quando desceu para o café matinal, recebeu uma correspondência o convidando para uma festa naquele mesmo dia à noite. Ficou empolgado e avisou ao motorista do compromisso. Escolheu o melhor terno e no horário marcado seguiu para o local. Pelo GPS do carro chegou fácil ao local do evento. Foi recebido por uma das suas “conquistas” e foi logo apresentando à duas amigas interessadas no “trabalho”. Como diz o ditado “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”, assim comprovou essa verdade mais uma vez. Sentou-se com as beldades numa mesa e mandou descer do bom e do melhor, já imaginando que iria recuperar tostão por tostão daquela despesa.

Todavia, tem também um outro dito popular que não mente jamais: “O diabo quando não vem, manda o secretário.”. E o secretário estava bem na frente do cafetão: Uma belíssima fêmea, aparentando no máximo 1.60m de altura, corpo cheinho, sem deixar de ser atraente e de sorriso fácil. A universitária que lhe convidou, percebeu e adiantou em dizer ser aquela pessoa desconhecida e estava acompanhada de um homem aparentando ser seu marido. Francinaldo Junqueira, um grande porqueira, acreditava ter poder sobre todos e não se intimidou. Mandou um recado atrevido pelo garçom e ficou esperando pela resposta.

Minutos depois a mulher levantou-se, vai de encontro ao seu par, conversa com ele, ambos olham na direção do bufão e lhe dão um sorriso. Um tempo depois o mesmo garçom lhe entrega um outro bilhete lhe convidando a ir no estacionamento, porque estava sendo aguardado. O sujeito levantou-se, não disse nada a ninguém e seguiu para o seu destino com o sorriso dos canalhas estampado em sua cara cretina!

Seu corpo foi encontrado na manhã seguinte, dependurado no Grande Cajueiro.

Guará Matos.
*
Nota: A imagem é mera ilustração e o texto é fictício, porém, tem acontecido…

SÃO TANTAS CONFUSÕES, BICHO!

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Essa subdivisão da América, chamada de Sul, é uma doideira! O caldeirão é “pra lá” de fervente e explode com a força de um Etna. É uma grande zona de proporções inimagináveis! Creio que nem Simon Bolívar poderia precisar a casa de maluco que isso por esse lados viraria. No caso da Santa, Vera, Pau e Brasil o navegador Cabral e todos os governadores de províncias gerais e tais, deixaram o futuro brasileiro ao “Deus dará! O negócio era faturar e encher a mãe portuguesa de nossas riquezas. E assim os séculos foram passando e chegamos hoje no XXI, em pleno Rio de Janeiro.

 É o “Pé Grande, o Costa Paes, o outro Cabral (pior que o soneto) e tantos mais. “Rio de Janeiro, gosto de você…”.

E como confusão é o que não falta por aqui, a sociedade se conflita entre suas classes. Os do alto vive às turras com os do asfalto. A disputa é para saber quem é quem, porém, até hoje, jamais tomei conhecimento de qualquer conclusão sobre esse tema.

Todavia, percebo como espaço mais democrático, numa divisão em parte iguais, o futebol de praia. Nas areias todos interagem na mesma língua. Mesmo quando sai “as mãos de tapas”, ao final fica a contento. Dirigentes não são cartolas, apenas apaixonados pela bola rolando sobre a areia salgada. É normal se perceber o bom bate-papo entre os “comandantes” Marcelo Vargas e Marquito Moreira (Copaleme), José Marcos (Força e Saúde), Alexandre Meirelles (Copacabana), Alexandre Sherman (Racing) e quem mais quiser se chegar.

Outro local abençoado para receber aos “pobres e ricos” era o Maracanã. O antes maior estádio do mundo, depois de uma obra de modernização e diminuição de sua capacidade de público, afastou o povão e estipulou a “república da geração selfie”: sem sentimentos, vontade de torcer ou identificação com o esporte. O futebol vive dias tenebrosos.

E falando no maior esporte popular do país, não podemos esquecer das entidades e seus “chefes”. No Rio de Janeiro, sendo mais específico,  Federação, Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco vivem encrostados no canto do “olho do furacão”. É um acúmulo de lambanças impossível de mensurar.

Mas como rubro-negro que sou, deixo as outras entidades para serem discutidas pelos seus respectivos experts.

Oh, meu Mengão…como causa!

Os absurdos cometidos por inocência, incompetência ou prepotência, na Gávea, são marcantes! A última foi da caricatura de diretor, o senhor Antônio Tabet. Por que esse piadista de quinta com suas anedotas ordinárias permitiu ou apoiou o regurgito da expressão “Framengo”? Como algo chamado de cérebro pode exercitar estupidez tão abominável?  E qual a posição concreta da presidência do Clube de Regatas do Flamengo diante de mais essa cumplicidade com o desrespeito ao Mais Querido? O Sr. Bandeira de Mello vai “morder” o criador do problema e cuspi-lo para fora dos muros do Clube ou vai mascá-lo como se fosse uma goma e olhar para a paisagem se omitindo de sua autoridade? Respostas, por favor!

Enquanto as atitudes não chegam cruzo com os boas praças Emílio Habibe e Maurício Gomes de Mattos, recebendo um aceno de ambos; sou cumprimentado por Paulo Cesar Ferreira, PC Ribeiro, Coutinho e recebo um abraço do amigo Peruano; e mais adiante o Grande Benemérito Walter Oaquim me chama para me apresentar-me um de seus belos poemas.

Dessa forma vou seguindo e esperando dias melhores.

(Guará Matos).

VIVER É DIFÍCIL?

 

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Família Claudino em Parnamirim-RN.

Observando o mundo que se descortina cada vez mais moderno e tecnológico, creio que o “vale das sombras” tem aumentado o seu território e vem engolindo um número cada vez maior de “simpatizantes”: é aquele amargurado por não ter uma televisão de grande tela; a mocinha por não conseguir se equiparar às amiguinhas no celular “mais tudo de bom”; o vizinho dono do carrão e você andando a pé ou com aquela chambreca de motor barulhendo, bebedora que só a mulher do cão e com os quatro pneus carecas; a quase poderosa, pois só não é totalmente por faltar grana para encher os peitos com litros de silicone e, assim, por conta dessa carência imensaaaaa, nem pode curtir o pagode ou o funk com o decotaço “me mama genteeee”!

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Em contrapartida, na outra ponta da linha, têm os mais simples que se divertem com o “recebido por Deus”: o banho de rio, a praia com a família e amigos, a pelada do fim de semana, o judô (assim como eu), o churrasquinho (mesmo com amaciante de carne aos quilos para poder mastigar e elogiar até não poder mais), a cerveja gelada (tem que ser gelada mesmo, pois senão fica um traste), levar a criançada ao circo ou ao parque e no outro dia contar as moedas para pagar as contas sem perder o sorrisão!

É… Mudarei a pergunta: Viver é difícil, fácil ou “mais ou menos”?

Rainha minha

Acredito que os problemas têm a intensidade de cada atingido por eles. Não existe a afirmação indiscutível “o meu é maior, por isso sofro mais”. Não! Somos produtos de necessidade e bonança. Mas como eu estou apenas divagando neste texto, nada é absoluto, apenas exprimo um pensamento.

Ser feliz poderia ser também como um canto de amor, daqueles bonitos cantados por Geraldo Azevedo?

“Se você vier pro que der e vier comigo. Eu lhe prometo o sol, se o sol sair e a chuva… Se você quiser pro que der e vier, comigo.”.

É, confesso que não tenho uma resposta para todos, entretanto, para mim, é desse jeito.

Enquanto isso me imagino em Parnamirim – RN. Dizem ser as praias de lá maravilhosas e aquela moça é a mais bonita que há!

Guará Matos.

(Dedico essa publicação ao novo momento que se apresenta a mim).

 

HEBRAICA RIO: TALENTOS DA DANÇA MOSTRAM SUA ARTE

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“Festival de Dança Israeli é um evento apoteótico onde a ‘Cultura e Tradição’ foram apresentadas por uma juventude que esta iniciando-se na vida moderna, porém sem se afastar da História Milenar de Nosso Povo. Somados aos jovens aplaudimos grandes espetáculos também apresentados por adultos, pela terceira idade e por portadores de necessidades especiais”.

Luiz Mariovitch – Presidente da Hebraica Rio

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Luiz Mariovich e Sandra Niskier

Apoteótico é palavra correta ser dada ao Festival de Dança Israeli (o maior evento da comunidade judaica do Rio de Janeiro, realizado em 06 e 07/09/15). A cada grupo de dançarinos que se apresentava a surpresa era maior. E não foram poucas! Então, deixo todos com a riqueza da imaginação.

Desde cedo “os artistas do espetáculo” preparavam-se para o grande show. E contavam com o apoio total dos pais, parentes próximos e amigos. Rostos ansiosos, mãos nervosas gritos e passos rápidos eram notados em todas as direções. Até exibições circenses estiveram em pauta.

Ah, o amor também esteve presente.

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Nas arquibancadas as torcidas organizadas usaram o grito mais alto como arma e, assim, dar maior estimulo aos ‘preferidos’.

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Ordem dada: “Comecem o Grande Espetáculo”!!! Nesse momento a emoção tomou conta do Ginásio da Hebraica Rio, palco de grandes eventos na Cidade Maravilhosa!

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Aplausos acompanhados do “já ganhou” eram ouvidos até na calçada, na entrada do Clube, despertando grande curiosidade em quem passava naqueles momentos. E fiquem sabendo que estava apenas no início!

Como diz o velho ditado dos mais antigos, “saco vazio não para em pé”. E uma pausa para uma “boquinha” não faz mal a ninguém, não é mesmo? Assim… Eu e mais uma porção de gente, fizemos o mesmo. Fomos em busca de um bom ‘quitute’!

Até o presidente estava no ‘momento sagrado da bom alimento’ junto com Tobias, seu filho e o ex-diretor da Hebraica SP, Alberto Worcman (Gigi).Apresentação4

 “E o show tem que continuar!”. E assim foi feito, com mais gente talentosa explodindo felicidade pelos próprios corpos.

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Foi realmente uma noite encantada onde todos tivemos a impressão de estarmos em carruagens douradas e sob os toques das trombetas. Os sorrisos eram felizes, as pessoas cumprimentavam-se em completo êxtase.

Os comentários de aprovação dirigidos à Diretoria da Hebraica Rio, na pessoa do presidente Luiz Mairovitch, chamado carinhosamente de Luizinho, deu a certeza de que a próxima edição desse ‘magnífico evento’ será de qualidade e sucesso bem maiores.

Quanto aos vencedores, bem, foram todos. Afinal quem participou dançando no palco, torcendo nas arquibancadas, sentados nas ‘cadeiras especiais’, na organização, operando áudio e vídeo, na limpeza, segurança, servindo nos quiosques, na cantina, no restaurante e recepcionando na portaria venceram.

Podem vibrar, pois… São campeões!

Guará MatosTexto e fotos.

FUTEBOL DE PRAIA: COPALEME É CAMPEÃO!

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Rio de Janeiro – Sábado, 12 de Julho de 2015,

Minha tarde memorável começou com uma boa conversa com o amigo e vice-presidente dos Grande beneméritos do Clube de Regadas do Flamengo, Walter Oaquim, pelas ruas do histórico bairro do Leme na Zona Sul Carioca (O bairro deve seu nome a Pedro Leme, descendente de flamengos madeirenses que migraram ao Brasil no século 16. Na Madeira existe ainda a Quinta do Leme do século 16 – Wikipedia).

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Walter é intelectual, advogado, apaixonado pelo Clube Rubro-Negro (já tendo exercido vários cargos superiores) e político (foi secretário do Governo Leonel Brizola). Um boa praça e excelente companhia para uma boa troca de ideias construtivas com recheios de grande conhecimento.

Nos despedimos e eu segui até o campo de areia, em frente à Av. Princesa Isabel, onde estava se realizando a grande final do “Torneio Início” do Campeonato Carioca de Futebol de Praia promovido pela Associação de Equipes de Futebol de Praia do Estado do Rio de Janeiro – AEFPERJ. Entre o (meu) Copaleme e o Colorado, ambos do Leme.

Como não poderia deixar de ser, foi adrenalina do começo ao ao fim. O Colorado querendo a taça, com o Copaleme buscando a superação para espantar a angustia de cerca de 20 anos sem emocionar sua imensa torcida. Unhas eram roídas nervosamente, berros eram ouvidos até nas ilhas em frente, palavrões diversos saiam sem cerimônias, enfim, todos os ingredientes foram usados até ao fim da partida.

Com o o encerramento veio a constatação: a melhor equipe em campo, o guerreiro da Ladeira Ary Barroso, o gigantesco Copaleme venceu por 2X1 seu adversário e sagrou-se “Campeão de Aspirantes” (no segundo jogo para decidir o “Amador”, a equipe do Balança sagrou-se vencedora deixando o Colorado com segundo “vice” do torneio).

A massa, então, tingiu a orla de Copacabana de “amarelo e azul”. E se importando apenas com a alegria, liberou o grito engasgado de “é Campeão”!

Como o deboche descarado não poderia faltar nesses momento, a torcida não perdoou e bateu de primeira: “VICE É O CARALHO”!

Preparamos um espetáculo de imagens para toda a família copalemense, amigos e admiradores:

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Presidente do Copaleme – Marcelo Vargas. Foto: Guará Matos.
Marquito (vice-presidente do Copaleme) e Henrique (Torcida Jovem do Copaleme) - Foto: Guará Matos.
Marquito (vice-presidente do Copaleme) e Henrique (Torcida Jovem do Copaleme) – Foto: Guará Matos.
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Atenção total! Foto: Guará Matos.
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Marquito, vereador João Mendes de Jesus (apoiador e incentivador do futebol de Praia), Lena (ao lado do vereador) – Foto: Guará Matos.
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Marcelo Vargas com a Charanga da Torcida Jovem do Copaleme e o diretor Carrana (de verde e amarelo) – Foto: Guará Matos.
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O presidente Marcelo Vargas, vibrando com a galera – Foto: Guará Matos.
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Começou a festa! Foto – Guará Matos.
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Vamos que vamos! Foto – Guará Matos.
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Solte a alegria – Foto: Guará Matos.
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Uhu! Foto – Guará Matos.
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Marcelo Vargas agradecendo a João Mendes Santos.
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Juntos com os heróis do campo! Foto: Guará Matos.
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Depois da vitória, o relaxamento. Foto: Guará Matos.
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O vereador, Juarez “o cavanha” e Marcelo Vargas. Foto: Guará Matos.
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João, Marcelo, Marquito e o árbitro. Foto: Guará Matos.
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Alexandre Gonçalo de Souza – Perninha (treinador campeão) demonstrando toda sua alegria com o atleta. Foto: Guará Matos.
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Beber-comemorar na sede do Copaleme, na Ladeira Ary Barroso. Foto: Guará Matos.
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A turma atenta na primeira medalha de ouro do Judô, no Pan do Canadá, com Érica Miranda. Foto: Guará Matos.
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Uma olhada discreta para a câmera. Foto: Guará Matos.
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Ei, olha eu aqui! Foto: Guará Matos.
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Sacada geral! Foto: Guará Matos.
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Hum, que churrasco! Foto: Guará Matos.
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As belas e ele, rsrsrs! Foto: Guará Matos.
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A meninas “Super Poderosos”. Foto: Guará Matos.
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Opa, olha o gesto, hehehe! Foto: Guará Matos.

Parabéns ao Grande Campeão!!!

Guará Matos.

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